abril 17, 2014

... só quero



"(...) Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. (...)"
(Gabriel Garcia Márquez)


r.i.p




abril 16, 2014

abril 06, 2014

...




"nunca te distraias da vida"
(Manuel Forjaz)


r.i.p




março 20, 2014

março 17, 2014

hoje que é noite de lua cheia




... aprender a ser vulnerável, permeável, ao que sentimos verdadeiramente. ao que vem de dentro para fora. sem máscaras, nem filtros. ser e dizer o que somos e sentimos. sem constrangimentos. aprender que sermos próprios é isso. hoje que foi dia de decisões. hoje que é noite de lua cheia.
 
 
 
 
 

fevereiro 26, 2014

fevereiro 17, 2014

janeiro 22, 2014

"o passado é aquilo que conseguimos fazer do futuro"


 
 [hoje, passam cinco anos desde que iniciei este blog.
o passado parece-me já uma outra vida.
o futuro continuo a construí-lo, no presente.
todos os dias!]
 
 
 
 

janeiro 12, 2014

dissolvo-me

 
 
"De certeza que já te cruzaste comigo mil vezes, mas o teu olhar nunca se fixou em mim. Admiras-te? Sou assim: não atraio a atenção. Sou um camaleão humano ou algo parecido. Dissolvo-me no que me rodeia, faço parte da paisagem: não tenho nada em que os olhos se prendam. Tudo em mim é de tal forma comum que as pessoas olham e não me vêem."
 
 
 
 

janeiro 04, 2014

dia-a-dia



"Há muitas coisas que percebo que não sou, mas dizer exactamente o que sou não consigo.
Tento, dia-a-dia, ganhar o título de ser uma pessoa. E já não é pouco"
(José Luís Peixoto)



janeiro 01, 2014

o que será?



"O que será ser só
Quando outro dia amanhecer?
Será recomeçar?
Será ser livre sem querer?"
(Chico Buarque)



 

dezembro 06, 2013

palavras



"Custa-me falar. Custa-me dizer palavras que não conduzam a lado nenhum, que não originem intimidade, que não toquem . E por vezes, penso: vou gastando as minhas palavras, assim, desapaixonadamente, desinteressadamente; e quando precisar mesmo delas - ainda acredito que esse dia chegará -, descobrirei que se me acabaram; procurarei dentro de mim e não encontrarei; apenas o vazio estará lá: maior que hoje. E preocupo-me: porque não sei onde se podem ir buscar palavras, não sei se é possível obter e usar mais palavras que aquelas que nos dão à nascença (nascemos apenas com dois olhos, e assim temos de sobreviver; nunca ninguém pensou partir pelo mundo em busca de mais olhos, por achar que dois são insuficientes).
(...)
Penso (pensar não gasta palavras) muitas coisas, assim. E tenho pena de não poder falar disto a ninguém, não ter as palavras necessárias em mim. Sinto-me deficiente: nasci com défice de palavras. (...)"

[excerto da estória "Gastar palavras" de Paulo Kellerman]