setembro 14, 2012
[águas paradas]
"(...)
São apenas todos os medos
São águas mortas onde não chove
São mordaças de silêncio."
(Daniel Costa-Lourenço in HERÓIS)
setembro 10, 2012
setembro 08, 2012
saudades
"Nunca como hoje
o silêncio foi tão pesado
nunca como hojeo dia foi tão longo
e custou a passarnunca como hoje
O dia foi tão longoo silêncio foi tão pesado
nunca como hojeo dia foi tão longo
e custou a passarnunca como hoje
E custou a passar
Nunca como hoje
a tua ausência
doeu por dentro da pele
e me esventrou as entranhasnunca como hoje
A tua ausênciaa tua ausência
doeu por dentro da pele
e me esventrou as entranhasnunca como hoje
Doeu por dentro da pele
E me esventrou as entranhas
Nunca como hoje
O apelo do mar
Foi tão grande
Talvez porque sabia que algures
Tu também o estarias contemplando
…. Longe de mim…
Nunca como hojeA saudade doeu tanto."
setembro 06, 2012
[sem escolha]
"(...)
Vêm carregados de espectros, de memórias
e de feridas que não souberam sarar
(...)
esquecendo-se do rumo
incerto dos seus passos nas estradas tortuosas que os trouxeram
(...)"
(Maria do Rosário Pedreira in poesia reunida)
setembro 03, 2012
agosto 30, 2012
sem culpa
"pode contar seus segredos ao vento, mas depois, não vá culpá-lo de contar tudo às árvores."
(Khalil Gibran)
agosto 28, 2012
agosto 27, 2012
agosto 22, 2012
[o que foi]
"Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não éA dor que já não me dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia."
(Fernando Pessoa)
agosto 20, 2012
agosto 17, 2012
agosto 15, 2012
agosto 10, 2012
mudei
"mudei. mudei muito. às vezes sinto a minha falta, mas outras vezes acho que foi um alívio"
(Caio Fernando Abreu)
agosto 06, 2012
gosto
"(…)
mas gosto da noite e do riso de cinzas. gosto do deserto, e do acaso da vida.gosto dos enganos, da sorte e dos encontros inesperados.
pernoito quase sempre no lado sagrado do meu coração,
ou onde o medo tem a precaridade doutro corpo.
a dor de todas as ruas vazias. (…)"
(Al Berto in Horto de Incêndio)
agosto 04, 2012
agosto 02, 2012
[corpo]
"... seduz-me a ideia de
vir a morar num corpo que já não sente,
etílico talvez,
transparente,
e com uma leveza de cinzas."
(Al Berto)
julho 27, 2012
julho 24, 2012
quanto tempo demoram em nós as coisas?
... é o que tem a memória, nunca se lhe sabe o tempo.
até quando para que se serenem no espirito... se é que alguma vez chegam a serenar.
julho 20, 2012
julho 18, 2012
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