junho 13, 2012
junho 11, 2012
imagens
"(...)
Ainda te procuro no sono que volta e desaparece.
Naufragando no mundo que nos pertence e nos atormenta,
Perdido, seguindo o último cigarro que se apaga,
Testemunhando o fim dos medos,
Das imagens que devoro e apago,
Na dormência que chamo para me anestesiar.
Talvez sejas tu,
O desejo que procuro na escuridão intacta do quarto."
(Daniel Costa-Lourenço)
junho 08, 2012
junho 05, 2012
junho 03, 2012
fios de luz
“Tenho aprendido com o tempo que a felicidade
Vibra na frequência das coisas mais simples.
Que o que amacia a vida, acende o sorriso, convida a alma para brincar.
São essas imensas coisas pequeninas bordadas com fios de luz
No tecido áspero do quotidiano”
(Ana Jácomo)... para a Ana e para o David, nesta nova etapa das suas vidas
que nunca esqueçam a imensidão das coisas pequeninas!
que nunca esqueçam a imensidão das coisas pequeninas!
maio 31, 2012
mereço
"Mereço: um sempre que ao hoje resista,
um tudo que por nada desista – mereço.
Mereço - as mãos, o calor, o sabor, o olhar provocante, a frase errante, o piropo de rompante.
E voar, e sonhar, e querer, e dançar - e amar.
Amar sem axiomas, ser a partícula sem redomas, ver o horizonte do lado de lá, de trancado que agora está - e insisto: mereço."
um tudo que por nada desista – mereço.
Mereço - as mãos, o calor, o sabor, o olhar provocante, a frase errante, o piropo de rompante.
E voar, e sonhar, e querer, e dançar - e amar.
Amar sem axiomas, ser a partícula sem redomas, ver o horizonte do lado de lá, de trancado que agora está - e insisto: mereço."
"Pedaços de mim" by Patrícia Santos
maio 23, 2012
maio 20, 2012
maio 17, 2012
maio 16, 2012
algumas vezes
cada viagem começa no cansaço de estar, algumas vezes vamos, muitas outras acabamos por ficar.
(João Costa)
maio 14, 2012
maio 11, 2012
maio 09, 2012
maio 06, 2012
maio 04, 2012
maio 01, 2012
abril 26, 2012
há lugares assim
aqui, onde a dor da perda e da despedida se tornaram reais, encontrei o lugar onde me reconstruo. e me encontro. recupero força e energia. e mitigo a saudade.
abril 23, 2012
abril 17, 2012
aprendi
aprendi
a sentar-me e a esperar. a esperar pelo tempo. um tempo qualquer que não sei
qual é, que virá.
e de nada serve ter pressa porque é incerto o tempo que demorará.
aprendi
a saborear a tranquilidade que reina na espera em silêncio por esse tempo que é
meu também.
e eu que me deixava tantas vezes atropelar pelas palavras, aprendi a falar sem nada dizer…
aprendi a estar sem estar, a conter o querer. aprendi a sorrir na ausência e a
entender.
aprendi
a sentar-me e esperar. porque afinal tenho tempo.
abril 15, 2012
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